O rito, o mito,
punha e dispunha,
a unha cravava
a força invisível
nas minhas palavras
o ópio da vida!
As mãos que movimentam
a inspiração
que escorrem pelos dedos
amordaçados pela dorpelo destino, hino de
notas melancólicas em bemóis.
A palavra é a espada
de reis que impunham
coragem voraz, a
penetrar-lhe nos pulmões
de aço, com traços
das trincheiras esquecidas...
vividas...sentidas...
estilhaçando a alma!
Rachel KeKa Alves

Que lindos...
ResponderExcluirQue lindos...
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